A Bíblia.

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A Bíblia foi interpretada para justificar práticas más tal como, por exemplo, a escravidão, a carnificina de prisioneiros de guerra, os sádicos assassinos de mulheres acusadas de serem bruxas, punição capital por centenas de ofensas, poligamia e crueldade com animais. Foi usada para encorajar a crença na mais grosseira superstição e para desencorajar o livre ensino de verdades científicas. Nós não devemos nunca esquecer que, bem e mal, fluem da bíblia. Ela, portanto, não está acima da crítica.

Steve Allen 

sábado 17 dezembro 2011 19:54 , em Ateismo


Pra Que Serve Orar?

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Não apenas os cristãos, mas todas as religiões insistem na importância da oração. A oração é uma prática que não sobrevive à luz fria da lógica.

As três razões citadas com mais freqüência para se orar são adoração, confissão e súplica (há diferenças; procurem os experts).

A forma mais popular de oração, a súplica, apresenta alguns problemas complicados. À primeira vista, pedir a um deus para fazer uma coisa qualquer parece perfeitamente lógico. Quem melhor para se pedir? Mas a única forma de estes pedidos fazerem sentido é que haja uma chance de você ser atendido. Qual a finalidade de se ter bilhões de orações oferecidas esperançosamente a um deus que nunca teve intenção de responder a nenhuma delas?

É difícil imaginar uma atividade mais sem sentido, um desperdício maior de tempo, um exercício mais angustiante; um deus que exigisse tal coisa só poderia ser um sádico. É difícil acreditar em que um deus seja capaz de alimentar esperanças e ilusões sem nunca realizá-las, nem mesmo o deus que enviou o Dilúvio.

Por outro lado, se a oração é encorajada porque há uma chance de que os pedidos serão concedidos, você se confronta com a necessidade inevitável de explicar a natureza aleatória das graças recebidas.

Por exemplo, um estudante do segundo grau reza para passar na prova de matemática mesmo sem ter estudado e, quando ele passa, atribui isto à intervenção de Deus. A maioria dos líderes religiosos concordariam com ele (mais uma vez, há diferenças; consultem os experts). Mas, se isto é verdade, estamos diante de um deus que atende a um pedido isolado de um certo indivíduo referente a uma prova de álgebra da oitava série mas decide ignorar os milhões de preces para se escapar dos campos de concentração da Segunda Guerra. Este é um processo de seleção extremamente difícil de entender.

De acordo com o "Pai Nosso", as pessoas devem pedir "o pão nosso de cada dia". Por quê? Se você pede, será concedido? Se não, por que pedir?

Considerando-se que a guerra e a fome já mataram de desnutrição muitos dos "verdadeiros crentes", parece inútil pedir pelo pão de cada dia. Se a desnutrição aflige aqueles que pedem e também aqueles que não pedem, então a explicação para a fome deve estar relacionada a fatores sem nenhuma relação com a prece. Em outras palavras, pedir a Deus pelo seu pão de cada dia não tem nada a ver com o fato de consegui-lo ou não. Então por que se espera que você continue pedindo por ele?

Da mesma forma, preces de ação de graças significam atribuir a Deus o controle completo sobre nosso bem-estar. Se você agradece a Deus pela comida na sua mesa, você está dizendo que foi ele que a pôs lá. O outro lado da moeda, inevitável, é que, se não há comida na sua mesa, Deus é o responsável por isto também. O poder de dar inclui necessariamente o poder de negar. Quando você agradece a alguém por um presente, é porque você entende que a pessoa tinha a escolha de não dar, mas deu assim mesmo. Agradecer a Deus pela refeição, então, é o mesmo que lhe agradecer por não negá-la. Você está agradecendo a ele por não permitir que você morra de fome.

Assim como não faria sentido agradecer a seus vizinhos pela chuva tão esperada, já que eles não tiveram nenhum papel na ocorrência da chuva, também não faria sentido agradecer a Deus pela comida em sua mesa, a menos que ele garantidamente tenha um papel em fazer aquela comida chegar à sua mesa. E, se ele tem, ficamos diante da embaraçosa pergunta: por que ele escolhe alimentar a uns e deixa os outros morrerem de fome? Se a escolha de alimentá-lo é de Deus, então a escolha de matar os outros de fome também é dele. Por que Deus não alimenta a todos nós?

Falar das crianças morrendo de fome pelo mundo não fica bem no Dia de Ação de Graças, quando nos sentamos diante de suntuosos perus assados e uma mesa farta, mas, se Deus põe a ceia farta em nossa mesa, ele a nega a multidões de esfomeados. Por quê? Se é porque Deus só alimenta os que lhe são fiéis, isto significa que ele não se importa se morrem de fome as crianças dos que têm outras crenças (ou nenhuma), o que seria algo muito cruel. Também significaria que o "povo de Deus" nunca passou fome, o que também não é verdade. E também não se pode dizer que todos os ateus passem fome.

Então, como Deus decide a quem alimentar? A questão das prioridades de Deus não pode ser deixada de lado se queremos afirmar que ele participa dos acontecimentos diários. Se Deus tem o poder de alimentar a todos nós, mas decide não fazê-lo, sua relutância tem que ser explicada de uma forma que seja compatível com sua suposta omnipotência e omnibenevolência. Ninguém até hoje conseguiu uma explicação.

Explicar a miséria e a fome dizendo que "Deus ajuda a quem se ajuda" é culpar pelos seus próprios erros, de modo cruel e insensível, as vítimas de colheitas fracassadas devido a enchentes, secas ou pragas. E as crianças pequenas? Como é que elas podem "ajudar a si mesmas"?

Do mesmo modo, tentar explicar a fome dizendo que nós não somos capazes de entender os desígnios de Deus contradiz o resto da doutrina cristã. Cristão afirmam que sabem exatamente como Deus quer que seus "filhos" o adorem, como eles devem orar, como eles devem se vestir, o que devem comer e quando e assim por diante, o que implica em que a vontade de Deus é muito clara. Mas perguntas sobre a terrível realidade de bebês morrendo de fome são respondidas com um vago dar-de-ombros, como se tais ninharias não precisassem ser compreendidas.

Mas alguém tem que aceitar a responsabilidade pelo espectro da fome que ronda grande parte da humanidade. Se a produção e distribuição de alimentos são o resultado apenas das atividades humanas, sem participação de Deus, então dar graças a Deus por uma refeição é um gesto impróprio e sem sentido. Ele não fez nada para merecer agradecimentos e a culpa pelas injustiças e desigualdades é apenas nossa. Se, por outro lado, Deus participa do processo, então agradeça a ele pelos seus chocolates e queijos importados, mas Deus terá que responder pelas crianças morrendo de fome.

Só discutimos a fome até agora, mas o mesmo se aplica a todas as outras misérias humanas. Doenças, desastres, perseguições ou o que for, se você pede a Deus para se livrar deles, o resultado será o mesmo que no caso da fome - aleatório e inexplicável.

Voltemos às preces que pedem por graças. O fim da fome mundial, um pedido dos mais louváveis, ainda está longe de se realizar, a despeito de incontáveis orações. Portanto, as pessoas são encorajadas a pedir por coisas mais fáceis de conseguir, como a Tia Helena se curar logo do resfriado ou as crianças irem bem nos estudos. Jogadores de futebol caem de joelhos e agradecem a Deus pelos gols que marcam. Num mundo cheio de fome, doenças, violência e estupro, tais pedidos são um desrespeito a um deus supostamente omnipotente. Para cada pessoa que atribui a Deus a recuperação "milagrosa" de uma doença grave, há outra pessoa também com uma doença grave que, apesar das orações, acaba morrendo. As famílias rezam pelos soldados, mas eles morrem - e soldados por quem ninguém rezou sobrevivem. Coisas ruins acontecem a pessoas boas apesar de todas as preces que elas fazem, coisas ruins acontecem a pessoas ruins, coisas boas acontecem a pessoas boas e coisas boas acontecem a pessoas ruins. Em outras palavras, o que está em ação no mundo é a lei das probabilidades.

As coisas não melhoram para os que crêem em Deus e a vida pode ser muito agradável para os que não crêem. Se formos julgar apenas pelos resultados que desafiam a lei das probabilidades, então o poder da oração é nulo.

Freethought Today

 


 

quinta 15 setembro 2011 16:32 , em Ateismo


Deus não é infinitamente bom: é o inferno que o prova!

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O Deus-Governador ou Providência é, deve ser infinitamente bom, infinitamente misericordioso. Mas a existência do Inferno demonstra-nos que não é assim.

Atentai bem ao meu raciocínio: Deus podia - porque é livre - não nos ter criado; mas criou-nos. Deus podia - porque é todo poderoso - ter-nos criado todos bons; mas criou-nos bons e maus. Deus podia - porque é bom - admitir-nos todos, após a morte, no seu Paraíso, contentando-se, como castigo, com o tempo de sofrimento e atribulações que passamos na Terra. Deus podia, em suma - porque é justo - não admitir em seu Paraíso senão os bons, recusando ali lugar aos perversos; mas, neste caso, deveria destruir totalmente os maus com a morte, e jamais condená-lo aos sofrimentos do Inferno. E isto porque quem pode criar, pode destruir; quem tem poder para dar a vida, também tem o poder para tirá-la, para aniquilá-la.

Vejamos: vós não sois deuses. Vós não sois infinitamente bons, nem infinitamente misericordiosos. Sem vos atribuir qualidades que não possuís, eu tenho a certeza de que, se estivesse em vossas mãos - sem que isso vos exigisse um grande esforço, e sem que, de aí, resultasse para nós algum prejuízo moral ou material - evitar a um ser humano uma lágrima, uma dor, um sofrimento, eu tenho a certeza, repito, que o faríeis imediatamente, sem vacilar nem titubear. E, todavia, vós não sois infinitamente misericordiosos.

Sereis, por acaso, melhores e mais misericordiosos que o Deus dos cristãos?

Porque, enfim, o Inferno existe. A Igreja faz alarde dele: é a horrível visão, com a ajuda da qual semeia o pavor no cérebro das crianças e dos velhos, e entre os pobres de espírito e os medrosos; é o espectro que se estala na cabeceira dos moribundos, na hora em que a morte os arrebata toda a coragem, toda a energia, toda a lucidez.

Pois bem, o Deus dos cristãos, esse Deus que dizem cheios de piedade, de perdão, de indulgência, de bondade e de misericórdia, precipita para todo o sempre, uma parte dos seus filhos, num antro de torturas as mais cruéis, e de suplicias as mais horrendas.

         Oh! Como ele é bom! Como ele é misericordioso!

Vós conheceis certamente estas palavras das escrituras: "Muitos serão os chamados, mas poucos os eleitos". Bem abusos do seu valor, estas palavras significam que o número de salvos será ínfimo, enquanto que o número de condenados há de ser considerável. Esta afirmação é de uma crueldade tão monstruosa que os deístas têm procurado dar-lhe um outro sentido.

Mas pouco importa: o Inferno existe, e é evidente que os condenados - muitos ou poucos - aí sofrerão os mais dolorosos martírios.

Agora, pergunto eu: a quem podem beneficiar os tormentos dos condenados? Aos eleitos? - Evidente que não. Por definição, os eleitos serão os justos, os virtuosos, os fraternais, os compassivos: e seria absurdo supor que a sua felicidade, já incomparável, pudesse ser aumentada com o espetáculo de seus irmãos torturados. Aos próprios condenados? - também não, porque a igreja afirma que o suplicio desses desgraçados jamais acabará; e que, pelos séculos dos séculos, os seus sofrimentos serão tão horripilantes como no primeiro dia.

Então?... Então, aparte os eleitos e aparte os condenados, não há senão Deus, não pode haver senão ele. É, pois, Deus, quem obtém benefícios aos sofrimentos dos condenados? É, pois, ele, esse pai infinitamente bom, infinitamente misericordioso, que se regozija sadicamente com as dores e que voluntariamente condena os seus filhos?

Ah! Se isto é assim, esse Deus aparece-nos como carrasco mais feroz, como o inquisidor mais implacável que imaginar se pode.

O inferno prova que Deus não é bom nem misericordioso - a existência de um Deus de bondade é incompatível com a existência do inferno.

E de duas uma: ou o inferno não existe, ou Deus não é infinitamente bom.

Sebastien Faure


 

sábado 10 setembro 2011 12:58 , em Ateismo


Crença sem Evidência

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O que faz isso tão estranho é que nós, seres humanos, sobrevivemos, nos multiplicamos e viemos a dominar a Terra em virtude de nossa inata tendência de resolver problemas percebendo relações de causa-e-efeito e fazendo uso delas - observando e usando informação empírica vinda desde a aerodinâmica superior de uma flecha quando emplumada até a extraordinária expansão de nossos poderes cognitivos alcançada com computadores.

Todavia, ao mesmo tempo em que isso indica que a mente humana é basicamente pragmática, praticamente todo ser humano durante a história documentada (e julgando a partir da evidência arqueológica de muito da pré-história) cultivou crenças religiosas sem qualquer base empírica.

Certamente, nossos ancestrais da era Homérica e Mosaica freqüentemente pensavam que haviam ouvido deuses falando com eles em suas mentes e às vezes pensavam tê-los visto, e mesmo hoje alguns indivíduos mentalmente doentes e outros que, apesar de tecnicamente saudáveis, são excessivamente devotos, pensam ouvir Deus falando com eles ou vêem alguma fugaz aparição divina. Mas a grande maioria dos crentes não ouve ou vê tais coisas. Apesar de que muitos às vezes experimentam a manifestação de um sentimento de contato com o divino, os crentes do mundo não vêem seus deuses, mas ídolos, símbolos e documentos que representam ou relatam sobre seus deuses.

Que outro tipo de evidência pode existir? Muitos tipos - mas todos altamente dúbios; eventos naturais interpretados como o trabalho de deus podem quase sempre ser explicados pelo senso comum ou por termos científicos. Ademais, a ocorrência de eventos miraculosos quase nunca é pesada contra a não-ocorrência comparável de eventos miraculosos. Freqüentemente lemos nos jornais sobre alguma criança adorável morrendo de câncer inoperável que foi maravilhosamente curada quando a cidade toda rezou - mas nunca lemos sobre os casos em que rezas igualmente fervorosas não salvaram as vidas de crianças igualmente adoráveis. Ninguém se lembra delas, pois seres humanos possuem uma tendência à "parcialidade confirmativa", como a denominam os psicólogos - lembramo-nos de eventos que confirmam nossas crenças, mas esquecemos aqueles que não; esta é provavelmente a razão pela qual 69% dos adultos numa pesquisa recente disseram que acreditam em milagres.

Apesar do conhecimento realístico das relações de causa-e-efeito vir sendo acumulado ao longo dos três séculos da era da ciência, ele não eliminou a religião. Alguns crentes modificam suas crenças para acomodar a evidência, enquanto outros a reinterpretam de modo mais extraordinário (os fundamentalistas dizem que os traços fósseis e geológicos da história da Terra e da evolução foram feitos por Deus e plantados no chão durante os seis dias da Criação).

A religião tem sobrevivido à vasta expansão do conhecimento científico através da adaptação; exceto no caso do fundamentalismo, ela minimizou a explicação em termos sobrenaturais de eventos que podem ser mais bem explicados em termos naturais e, em lugar disso, enfocou os fenômenos que não podem ser testados ou refutados, como a piedade de Deus, a existência da alma e a vida após a morte.

Em conformidade, mais de 90% dos adultos americanos ainda acreditam em Deus ou alguma forma de Ser Superior, uma grande minoria vivenciou a sensação do renascer e apenas 10% possuem uma visão da evolução na qual Deus não possui qualquer função.

Por que, repetindo minha questão central, as pessoas precisão de religião?

Norton Hunt

 


 

quarta 07 setembro 2011 09:13 , em Ateismo


Deus é Misericordioso?

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Se você fizer essa pergunta a qualquer crente:

- Deus é misericordioso?

Ele primeiro vai ficar surpreso pela pergunta, pois eles acham que todos devem acreditar no que eles acreditam. Depois, dirão convictamente, que sim!!!

Mesmo que ele viva miseravelmente, enfrentando todas as adversidades desse mundo cruel. Desse capitalismo maligno, que só vale quem têm.

Ele acrescentará que...

- Tudo que você pede a deus, ele atende, dependendo da sua fé.

Contudo, a minha opinião é que, se você pedir saúda, é claro que lhe dará. Mas, você terá que ter um bom plano de saúde que cubra todos os tipos de doenças conhecidas e as desconhecidas e, ainda torcer que não seja nada grave.

Mas se você não tiver um plano de saúde ainda, poderá se salvar, desde que conte com a amizade de um político influente que mobilize as enfermeiras e médicos de um hospital da rede pública, e a doença também, não deverá ser grave.

Quando você pede uma vida tranqüila, com todos os confortos possíveis, deus lhe dará. Basta pedir com fé. No entanto, você terá que ter uma excelente conta bancária, um grande patrimônio que lhe proporcione ter tudo que lhe traga conforto.

Você pede a deus saúde e felicidade para seus filhos. Ele dará. Basta pedir com fé. Contudo, você terá que ter condição financeira de comprar os alimentos adequados, remédios e vitaminas para gerenciar o crescimento e a formação corpórea da criança. Ter posse suficiente para bancar os estudos em bons colégios, pagar uma boa faculdade onde ele vai adquirir especialidades para enfrentar a vida quando for independente.

Afinal, ele terá que ter tudo que milhares de filhos de famílias de países da África não têm.

Daí vem à pergunta que jamais se calará em mim.

Que deus é esse?

Bom! Infinitamente bom, para alguns e imensamente ruim para a maioria, pois se levarmos em consideração que existe muito mais pobre do que rico. Essa é a verdade.

Por que isso?

Se todos - segundo pregão - somos filhos do mesmo pai.

Um pai de verdade não tem discriminação com nenhum filho.

Um pai de verdade, e detentor de todos os poderes, teria que ter olhos para todos os seus filhos e mesmo que alguns quisessem cair em erros que lhes fizesse sofrer, ele deveria protegê-los.

Tudo isso me faz crer que deus nunca existiu.

Somos nós, nosso próprio deus.

Sempre ouvi dizer que deus tem o poder sobre a vida e a morte. Isso me faz ver que os verdadeiros deuses são os poderosos governantes das grandes nações que quando resolvem destruir uma menor nação, vão, matam, destroem e voltam em "paz". Mesmo que essa atitude tenha sido a mais injusta, nada supremo aparece para impedir.

Não posso acreditar que deus tenha trabalhado na criação por seis dias e tenha estado em repouso até os dias de hoje, sem ter intercedido nas mais bárbaras crueldades que se tem noticia, algumas causadas por quem ficou na sua representação e inventou a Inquisição.

Prefiro achar que foi o próprio homem que teve a idéia e criou deus. Por sinal um invento muito lucrativo para alguns e um verdadeiro desequilíbrio para o restante.

Faço parte de uma minoria que não acredita. Que não aspira paraíso nem teme o inferno. O maior ingrediente da escravidão e a fonte de renda dos sábios enganadores.

 Francisco Silva Sousa

 


 

segunda 05 setembro 2011 15:32 , em Ateismo


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